Como uma pressão invade o peito estranhas
A flecha lancinante a perfurar tuas entranhas
Que se tiras abruptamente te faz sangrar
Que se deixas te faz envenenar
Decidir é como esculpir
Peça bruta a lapidar
Se tu temes o resultado
Ficas a adiar o buscado
Este sentimento ambivalente
Mistura razão e emoção
Se à coragem dá vazão
Ao medo dá armadura e chão
Ao vôo mais elevado
A expectativa te toca
Mas inda te agarras ao estrado
Ante a borboleta te foca
Escolher é como um relâmpago
Que rasga o firmamento no prenúncio da chuva
Mostra e clareia o abrigo
Mas se vem temporal não tens certeza
Mas se navegar é preciso
Decidir é necessário
Adiar pode ter um preço implacável
De um destino inexorável...
Afinal as circunstâncias
podem à tua revelia definir
em outras instâncias
quando insistes em resistir ao caminhar...
(AjAraújo)
Vocês não brincam em serviço!!!
ResponderEliminarSão tramados!
Adorei!!! Não vos deixo assim tão facilmente!!! :)
E podem crer que tomar decisões destas é muito complicado! Mas tudo se há-de resolver! Amanhã de manhã ligo logo para a escola de Loulé a dizer que não posso ir até porque já me encontro nos Açores. E vamos lá ver se a penalização não é pesada! Não há-de ser!!!
Obrigado miguinhos!!! :)
Não consigo parar de ver isto!!!:)
ResponderEliminarTenho tanto que fazer e estou sempre a ver estas fotos!!! :)
Que fixe!!!
Amesterdão! Saudades!!!